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Jornal Sudoeste de Minas completa 3 anos de circulação. Leia a edição de Janeiro 2010. |
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Saiba como ficou a nova Lei Florestal de Minas Gerais |
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Cobertura completa da Festa de São Sebastião |
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Cláudio Krauss: Leia artigo sobre o 20 de janeiro |
19/01/2010 - O dia 20 de janeiro foi, por quase toda a história de Ventania, considerado o dia do aniversário da cidade, data comemorada erroneamente até tempos recentes, quando o historiador José Iglair Lopes, em detalhada e criteriosa pesquisa, descobriu que a emancipação de Ventania havia ocorrido em 17/12/1938 e que o 20 de janeiro havia sido adotado por ser esse o dia de veneração ao
Glorioso Mártir São Sebastião, um grande guerreiro, um homem combativo, com profundas ramificações na devoção popular brasileira, considerado santo pela Igreja Católica.
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Nosso amigo Dr. German Mendonça França, médico Geriatra, nos escreve de Madri - Espanha |
"Uma infância privilegiada"...
Foto: German e Luciene
21/01/2010 - A verdade que tudo passou, e eu nem me dei conta... a rua se chamava Rua Monsenhor João Pedro, mas para nós era a “Rua da Mulecada”. Éramos muitos, cada qual filho de uma família, mas na realidade éramos todos irmãos. Foi lá pelos anos 70 e 80 quando tudo isso aconteceu. Víviamos numa cidadezinha serrana onde o vento sempre soprou mais forte, e assim sendo nos fez resistentes, cidade essa hoje chamada Alpinópolis.
Éramos Glenisson , "tia Deca" , "tia Lica", "Tiso" , "Manguinha" , Luidy, Magela ( in memoriam), Natan, Marco Antônio, e muitos mais que vivemos aquela época dourada. Nossos pais sempre trabalhando, o Lery ( in memorian ) no escritório , a Marina no Grupo D. João VI , o Neca na roça , a Aninha também no grupo da praça da matriz, a Ângela ( in memorian ) no Grupo Bianchi , o Tião Paim na Cooperativa , e por último e nem por isso menos importante a nossa querida Tereza que com um pé tocava a máquina de costura e o outro na janela que dava para a rua, apartando as nossas brigas de moleques que eram frequentes, no nosso dia a dia.
Não existia clube nem computador, mas para falar a verdade, não fazia falta, porque a bola e "o gol " de tijolo feito no chão tinha mais valor que tudo isso. Vivemos uma época que brincar na rua ainda era o que se fazia; ao mesmo tempo que brigávamos uns com os outros, estávamos rindo poucos minutos depois. "Roubávamos" manga na Dona Lola e laranja na Dona Ritinha. Foram duas décadas que jamais nós, que ali passamos, esqueceremos um dia .
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